Diploma Digital: o que você sabe sobre a modernização dos diplomas?

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Estamos passando por um momento único na história da educação: a passagem do analógico para o digital. Com o crescimento da modalidade EAD, ficou ainda mais nítida para o Ministério da Educação a necessidade de modernização e digitalização.

O Diploma Digital começou a ser adotado em caráter experimental e, a partir da Portaria 330 de 2018, logo ganhou um prazo para que todas as instituições disponibilizassem.

A prática traz mais segurança e economia. Segundo pesquisa, a UFSC está economizando R$ 305,11 por cada diploma. É uma diferença considerável, não acha?

Por isso, neste artigo veremos quais são as diferenças entre os diplomas digitais e físicos, bem como a razão para a implementação e até quando ela deve ser feita.

O Diploma Digital é obrigatório?

No dia 9 de dezembro de 2021, o prazo para implementação do Diploma Digital foi prorrogado pelo MEC. De acordo com a Portaria 1.001, a data limite passou a ser 4 de abril de 2022.

A exigência é válida para todas as instituições federais de ensino superior, o que inclui tanto as federais como todas as instituições privadas em território nacional.

Então, sim, é obrigatório, e você tem até 4 de abril de 2022 para fazer isso.

O que é um Diploma Digital?

De acordo com o Ministério da Educação, por meio da Portaria 330 de 2018, “o diploma digital é aquele que é gerado, emitido e armazenado inteiramente por meio digital”.

Este documento, que atesta a conclusão da graduação, é aguardado por longos anos pelos alunos. Por isso, a espera e a cobrança pelo diploma é grande da parte deles.

Mas não pense que o diploma digital é um simples JPEG. Na verdade, a regulamentação que atesta a validade do documento é a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), responsável por emitir certificações.

Por isso, necessitam de assinatura da instituição, bem como no diploma físico. A diferença é que, de forma digital, isto será feito em grandes quantidades – isto reduz custos e trabalho. 

Quais são as vantagens?

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Velocidade e praticidade

Enquanto o diploma físico possui custos próprios e em alguns casos demora a ser disponibilizado, o Diploma Digital será entregue de forma mais rápida para a felicidade dos alunos e o alívio nas demandas da instituição.

Acesso ilimitado

Outra grande vantagem é que o acesso digital é ilimitado, pelo computador e pelo celular. Portanto, o estudante não correrá o risco de perdê-lo e de sofrer avarias no documento, nem a instituição terá a necessidade de emitir segundas vias.

Economia

Segundo vimos, a UFSC tem economizado R$ 305,11 por diploma, o que é algo muito relevante para o fluxo de caixa da IES. De acordo com o Ministério da Educação, estima-se que a economia será de R$ 48 milhões ao ano.

Redução de fraudes

Reduz fraudes porque, na atualidade, há pessoas que fraudam diplomas físicos, cobrando altos valores por isso. A digitalização tornará a prática tão difícil quanto fraudar qualquer outra certificação digital.

Como as instituições podem se adequar?

Tenha uma certificação digital eletrônica

Como isto é feito? Junto à ICP-Brasil.

Invista na estrutura

Você precisa ter uma plataforma capaz de armazenar os diplomas e disponibilizá-los ao aluno com facilidade, pois isto faz parte do Acervo Acadêmico. Esta é uma das vantagens da digitalização: a praticidade.

Este ambiente precisa ser seguro e garantir que os diplomas sejam enviados ao MEC em formato XML, de forma regular, em URL única. A Unoesc é uma das que já conseguiram se adequar.

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Leia mais: conheça 5 passos para implantar um acervo acadêmico digital.

Tudo que um aluno precisa saber:

  1. Os estudantes terão seu tão aguardado diploma de forma mais rápida e mais prática. 
  2. Você não precisará andar com um enorme papel para cima e para baixo: basta abrir seu celular.
  3. Também não precisará esperar meses até que ele fique pronto: ele logo ficará disponível.

Tudo que um gestor precisa saber:

  1. O prazo para adequação de todas as IES é 4 de abril de 2022. 
  2. Por isso, caso sua instituição não tenha adotado, siga as recomendações do tópico “Como as instituições podem se adequar”.

Se você quer um acompanhamento e tirar todas as suas dúvidas relacionadas à regulamentação, fale com um dos nossos consultores.

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